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Essa semana foi a mais intensa e emotiva que o samba me proporcionou Eu, como torcedor da escola, estou extremamente feliz com a escolha da escola. Vamos pra avenida com um sambaço, de uma melodia lindíssima e, se o papo que eu tive depois do samba, do lado de fora, com meu cacique maior se confirmar podem esperar porquê quando a 8a. escola do sábado do Acesso “A” entrar na avenida, sem trocadilhos, a “pica vai entrar” (ahahahahahah). Mas quero destacar algo que pra mim foi a grande alegria da noite. Uma comunidade chamada São José. Pra quem não conhece fica a mais ou menos 2 km após o nosso santuário. Eu após o samba tive a oportunidade de ir pra lá. Não sou e nem quero ser referência nem “merda” nenhuma pra nada, mas ali com certeza está a minha verdade, a graça que eu vejo no samba. Uma comunidade que, primeiramente ao voltar pra casa a pé, faz literalmente uma passeata na Noronha Torrezão, cantando o samba e balançando bandeiras. Uma comunidade que caminha 2 km orgulhosa e cantando seu samba vencedor. Uma comunidade que, ao chegar em casa, não cansa de fazer samba, não cansa de cantar seu samba, e não ficou por aí! A parte que chegou juntou-se com a parte que desceu! Isso mesmo, 7 da manhã o morro desce pra comemorar. E eu, no clímax da coisa, me vem um raciocínio que reflete tudo o que eu acho e o que eu espero de samba.Vendo aquele povo ali comemorando, tomando sua cerveja, batendo suas “peças” de samba, feliz, “mulamba”, me vem a mente... “porra”, perto disso tudo que eu vejo por aí não é “merda” nenhuma! O que é festa de protótipo? O que são festinhas da Liga? O que são lançamentos de enredos? Samba? Não...não. São “merda” nenhuma! Pra isso tudo “cago e ando”, pra São José eu bato palma!
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